Nesta terça-feira, 17 de março de 2026, foi realizada, no Auditório Professor Hésio Cordeiro, uma atividade da Comissão de Óbito, conduzida pela enfermeira Luana Vieira e pela médica pediatra Fernanda Reis, com a participação de profissionais médicos, enfermeiros e de outras áreas, tanto do ambiente hospitalar quanto da Atenção Primária à Saúde.
O encontro teve como objetivo aprofundar a compreensão dos casos, por meio da apresentação e descrição detalhada dos históricos sociofamiliares. Além disso, foram abordadas as visitas domiciliares realizadas após o óbito, destacando sua importância para o acolhimento das famílias e para a investigação das circunstâncias relacionadas ao evento.
A atividade proporcionou um espaço de reflexão, troca de saberes e qualificação do cuidado, reforçando o compromisso dos profissionais com a redução da mortalidade infantil e a promoção de uma assistência mais integral e resolutiva.
O encontro contou com a presença dos professores Júlio Verztman e 
A atividade foi conduzida pelas Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) Luiza Aires, Eneida Aires e Andreia Diniz, com a participação da Auxiliar de Saúde Bucal Jaciara Moraes, que orientaram os participantes sobre os benefícios e a aplicação da técnica no cuidado à saúde.
Durante a atividade, as profissionais identificaram pontos específicos da orelha relacionados às queixas apresentadas pelos participantes e realizaram a estimulação desses pontos. As sementes ou esferas foram fixadas com pequenos adesivos, permitindo que o próprio usuário estimule o local ao longo dos dias, potencializando os efeitos do tratamento.
A Oficina do Cérebro utiliza dinâmicas lúdicas, como jogos, músicas e conversas, para prevenir falhas de memória, melhorar a agilidade mental e promover um envelhecimento saudável.
Durante o encontro, foram realizados exercícios voltados à ativação da memória, com dinâmicas e atividades que estimularam a concentração, o raciocínio e a lembrança de informações, contribuindo para o fortalecimento das habilidades cognitivas de forma leve, participativa e interativa.
Durante o encontro, foram abordados temas relacionados à organização da Atenção Primária à Saúde no município do Rio de Janeiro, como a estrutura da SMS-RJ, linhas de cuidado, demandas espontâneas, manejo da agenda, prontuário eletrônico, Portal SUBPAV, SISCAN, SISCEL, além dos fluxos de óbito em domicílio e dos Sistemas de Regulação.
A atividade contribuiu para o esclarecimento de dúvidas e para o fortalecimento das práticas de trabalho na rede de saúde.
A atividade de crochê foi conduzida pelas profissionais do Centro de Convivência da Praia Vermelha, Barbara Vilela, Daniela de Souza e Karen Cavagnoli, pela Agente Comunitária de Saúde (ACS) Eneida Aires e contou com a participação do profissional de Educação Física Filipe Veloso.
Durante a atividade, os participantes puderam aprender e praticar pontos básicos do crochê, confeccionando peças artesanais e explorando diferentes formas de expressão por meio do trabalho manual. Além de estimular o desenvolvimento das habilidades manuais, o crochê também contribui para o relaxamento, a concentração e o bem-estar.
O encontro proporcionou um espaço de aprendizado e troca de experiências sobre o papel do farmacêutico no cuidado integral à saúde da população.
A atividade foi conduzida pelas tutoras Carla Patrícia, Gerente da Assistência Farmacêutica, e Sabrina Pereira, farmacêutica do CMS Carmela Dutra, que compartilharam conhecimentos e experiências sobre a atuação do profissional farmacêutico no contexto da Atenção Primária.
O encontro foi conduzido pelas enfermeiras Marilda Brasil e Viviane Aflalo, que abordaram informações importantes sobre o processo de vacinação, esclarecendo dúvidas comuns e reforçando evidências científicas que orientam as práticas de imunização.
Durante a atividade, também foi realizada uma dinâmica interativa com os participantes, estimulando a reflexão e o debate sobre situações do cotidiano dos serviços de saúde.
O tema abordado foi a violência contra a mulher, um grave problema social e de saúde pública que pode ocorrer de diferentes formas, como física, psicológica, moral, sexual e patrimonial, trazendo sérios impactos à saúde e ao bem-estar das vítimas.
Durante o encontro, destacou-se que combater a violência contra a mulher é responsabilidade de toda a sociedade, por meio do respeito, da conscientização e da denúncia.
Essa técnica pode auxiliar no tratamento de dores, sintomas físicos, doenças e também de distúrbios psicossomáticos, atuando tanto nos aspectos físicos quanto emocionais dos pacientes.
Na Atenção Primária à Saúde, a auriculoterapia integra o conjunto das Práticas Integrativas e Complementares, configurando-se como uma ferramenta importante no cuidado integral. Seu uso contribui para o manejo de diferentes condições de saúde, favorecendo o bem-estar, o autocuidado e a melhoria da qualidade de vida da população.