O Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, celebrado em 20 de fevereiro, tem como objetivo alertar a população sobre os perigos associados ao consumo de substâncias psicoativas, como o álcool e outras drogas. O consumo dessas substâncias é um problema de saúde pública global, com consequências graves para a saúde física, mental e social dos indivíduos.
A data visa alertar sobre o alcoolismo, reconhecido como uma doença crônica, e os riscos do abuso de substâncias. O consumo excessivo de álcool está ligado a várias doenças e transtornos. A dependência química afeta milhões de brasileiros, causando mortes e prejuízos sociais, sendo necessário o fortalecimento de políticas públicas e programas de tratamento.
Nesse contexto, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem um papel fundamental no enfrentamento dessa questão. Ele é responsável pela implementação de políticas de prevenção, tratamento e reabilitação de pessoas com dependência de substâncias. A rede de atenção psicossocial, que inclui serviços especializados como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os Centros de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (CRATOD), oferece suporte a usuários e familiares, buscando a recuperação e reintegração social dos dependentes.

A iniciativa reforça o compromisso da unidade de promoção da informação e cuidado à população , incentivando práticas que contribuam para uma vida mais saudável.



O encontro conduzido pela professora Jaqueline Cintra, contou com a participação dos professores Luiz Felipe Pinto, Cassiano Franco e Júlio Verztman, além dos alunos do internato.
Durante o evento, foram abordados temas cruciais sobre a hepatite C, incluindo sua transmissão, cura e prevenção, com ênfase no contexto da atenção primária no sistema prisional. A hepatite C, causada pelo vírus HCV, é transmitida principalmente pelo contato com sangue contaminado, como no compartilhamento de agulhas, seringas e objetos cortantes, além de via sexual e de mãe para filho durante o parto. No ambiente prisional, onde o compartilhamento de objetos perfurocortantes e o uso de substâncias são mais comuns, a disseminação da doença é um risco ainda maior.
Iniciativas como essa são fundamentais para o controle de infecções, como a hepatite C, e para a promoção da saúde no sistema prisional, garantindo melhores condições de prevenção, diagnóstico e tratamento, além de um atendimento mais eficaz.
O Sistema Único de Saúde (SUS) desempenha um papel fundamental no combate à leucemia, oferecendo atendimento integral e gratuito para pacientes em todas as fases da doença. O SUS disponibiliza exames laboratoriais, biópsia de medula óssea, tratamento quimioterápico e radioterápico, além de realizar transplantes de medula óssea em hospitais de referência. Além disso, o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME), mantido pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), facilita a busca por doadores compatíveis, ampliando as chances de tratamento bem-sucedido.A conscientização promovida pelo Fevereiro Laranja reforça a necessidade do diagnóstico precoce, que pode ser realizado nas unidades de Atenção Primária à Saúde (APS), como as Clínicas da Família. Nessas unidades, profissionais de saúde estão preparados para identificar sintomas suspeitos, encaminhando os pacientes para exames mais detalhados e tratamento adequado.
A campanha também destaca a importância da doação de medula óssea, um procedimento simples, mas essencial para salvar vidas. Para se tornar um doador, basta ter entre 18 e 35 anos, estar saudável e se cadastrar no REDOME, disponível em diversos hemocentros do país. A doação pode beneficiar milhares de pacientes que aguardam um transplante para a cura da leucemia e outras doenças hematológicas.
Durante a atividade, Filipe abordou a epilepsia como um transtorno neurológico crônico caracterizado por crises recorrentes, causadas por descargas elétricas excessivas e anormais no cérebro. Também discutiu os principais sintomas da doença, como a perda de consciência e alterações comportamentais.
A epilepsia pode atingir qualquer pessoa e suas causas variadas, em muitos casos, a causa da epilepsia permanece desconhecida. Por isso, iniciativas como esta são cruciais para conscientizar população, reduzir estigmas e promover a inclusão.


A atividade, conduzida pela residente de Assistência Social Juliana Camilo, proporcionou um ambiente de escuta e troca, promovendo o bem-estar mental e emocional dos participantes.
Durante a gravação, os profissionais de educação física do programa – Eduardo Prates, Ronaldo Ferreira, Neydson Muniz, Filipe Veloso e Raul Costa – explicaram e demonstraram práticas que podem ser incorporadas no dia a dia da população para reduzir os riscos dessas doenças.
Com essa iniciativa, o Programa Academia Carioca reforça seu compromisso com a promoção da saúde e a prevenção de doenças, garantindo que a informação chegue a cada vez mais pessoas.