Nesta segunda-feira, 31 de agosto de 2026, foi realizada a 7ª Semana do Internato Médico da UFRJ, no Auditório Professor Hésio Cordeiro, da Estação OTICS-Rio Botafogo. A atividade teve como tema o abuso de álcool e drogas, promovendo reflexões sobre os impactos dessas substâncias e os desafios relacionados ao cuidado em saúde.
A atividade contou com a participação dos professores Júlio Verztman e Luiz Felipe Pinto, que contribuíram para as discussões e reflexões sobre o tema. Durante o internato, o professor exerce também um importante papel de mentor, acompanhando, orientando e oferecendo suporte aos estudantes diante das situações vivenciadas na prática médica, além de incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico e a reflexão sobre suas condutas.
O internato médico, etapa prática da formação, exigida pelo Ministério da Educação (MEC), representa um período de transição entre os conhecimentos adquiridos em sala de aula e a experiência direta nos hospitais e unidades de saúde. Nesse momento, a atuação dos professores é fundamental para orientar os futuros médicos, contribuindo para uma formação mais segura, responsável e preparada para os desafios da assistência à saúde.
7ª Semana do Internato de Medicina da UFRJ







Durante a oficina, foram abordadas informações técnicas sobre a vacina Pneumocócica 20, contribuindo para a atualização dos profissionais e para o aprimoramento das estratégias de vacinação na Rede de Imunobiológicos Especiais (RIE). O momento também possibilitou o esclarecimento de dúvidas e a troca de conhecimentos entre os participantes.
Durante a reunião, foram discutidos casos específicos acompanhados pela unidade, com destaque para situações relacionadas a pacientes gestantes e pacientes idosos, além do lançamento de marcações de consultas e das visitas domiciliares realizadas pelos profissionais. O momento também contribuiu para o aumento da produtividade, a redução de retrabalho, a melhoria da comunicação, a resolução precoce de problemas, o engajamento da equipe e uma tomada de decisão mais ágil.
Participaram da reunião a médica Lori Cardoso, a enfermeira Raquel Lopes e os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Bárbara Oliveira, Leandro Jesus, Maria Aparecida e Thamires Rodrigues.

Participaram da reunião a enfermeira Thamara Cristina S. de Almeida e as Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) Andrea da Conceição Diniz Alves, Eneida Aparecida Bernardo Aires, Flávia Rangel de Souza e Kaliane Santos Araujo.
Durante a oficina, as participantes assistiram a vídeos com orientações sobre diferentes pontos de crochê, com o objetivo de auxiliar no aprendizado, aprimorar as técnicas e ampliar os conhecimentos sobre a prática.
O crochê proporciona diversos benefícios, como melhora da concentração, redução do estresse, estímulo à criatividade, aumento da autoestima, aprimoramento da visão, auxílio na redução da depressão, prevenção de doenças degenerativas, quebra de barreiras e preconceitos, além de possibilitar uma fonte de renda.
Durante a atividade, foi destacado que a violência contra a mulher nem sempre deixa marcas visíveis e pode ocorrer de diferentes formas, como violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. A ação buscou orientar os participantes sobre como reconhecer situações de violência e a importância de buscar ajuda e proteção.
Foram distribuídos panfletos com informações sobre os tipos de violência e os canais disponíveis para denúncia e atendimento. Entre eles, destacaram-se o Ligue 180, o 190, da Polícia Militar, para situações de emergência, e as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), reforçando a importância da informação no enfrentamento à violência.
A apresentação foi conduzida pela estudante de Nutrição da UNIRIO, Sabrina Cristina Severo, que abordou temas relacionados à alimentação saudável, aos diferentes tipos de diabetes e à importância da prática de exercícios físicos para a promoção da saúde e a qualidade de vida. Durante o encontro, a Dra. Mariana Sampaio também esclareceu dúvidas apresentadas pelos participantes, contribuindo para ampliar os conhecimentos sobre os cuidados necessários para a prevenção e o controle do diabetes.
Como parte da atividade, a equipe da Clínica da Família realizou a aferição da pressão arterial, além da verificação de altura e peso dos participantes. A iniciativa proporcionou um momento de orientação e acompanhamento, reforçando a importância da adoção de hábitos saudáveis e do monitoramento regular das condições de saúde.