Nesta última segunda-feira, 23 de março de 2026, o auditório Maria Cecília Minayo, na OTICS-Rio, recebeu uma palestra com o tema Biossegurança na Vacinação, voltada à atualização e ao fortalecimento das práticas seguras no processo de imunização.
O encontro foi conduzido pelas enfermeiras Marilda Brasil e Viviane Aflalo, que compartilharam conhecimentos técnicos e orientações práticas sobre os principais protocolos de biossegurança aplicados à rotina das salas de vacina
A iniciativa proporcionou um espaço de aprendizado, troca de experiências e esclarecimento de dúvidas, contribuindo para o aprimoramento contínuo das equipes e para a manutenção de práticas seguras e padronizadas nos serviços de vacinação.
Educação Continuada Biossegurança

Entre as principais metas do CIE, destacam-se o monitoramento contínuo do cenário epidemiológico da cidade, a detecção precoce de surtos e agravos à saúde, a ampliação da transparência das informações e o apoio estratégico à gestão em saúde

Entende-se por biossegurança o conjunto de medidas e práticas adotadas para prevenir riscos à saúde humana e ao meio ambiente, especialmente aqueles relacionados à manipulação de agentes biológicos.
A Auriculoterapia é método não invasivo e de baixo custo. Entre seus benefícios estão a promoção do relaxamento e do bem-estar, além de contribuir para o equilíbrio físico e emocional dos participantes.
Durante a atividade de Auriculoterapia, pequenas sementes (como mostarda) ou esferas metálicas são aplicadas em pontos estratégicos da orelha, sendo estimuladas por pressão leve.



Também estiveram presentes a gerente do Super Centro Carioca de Vacinação, Adriana Desterro; a assessora da Coordenação da CAP 2.1, Isabel Santos e a coordenadora do Programa de Imunizações da SMS-Rio, Nadja Greffe.
Durante a apresentação, realizada no Auditório Hésio Cordeiro, foram abordados temas como o funcionamento do Super Centro Carioca de Vacinação, a cobertura vacinal de rotina em crianças, a apresentação de boletins e painéis epidemiológicos, além da importância do Programa GeoVacina Rio para o monitoramento e a qualificação das ações de imunização.
As atividades desenvolvidas não apenas estimulam a criatividade, como também promoveram a socialização e o bem-estar emocional. Em um contexto em que se torna cada vez mais importante investir em ações voltadas à saúde mental, iniciativas como essa contribuem para proporcionar momentos de alegria, acolhimento e satisfação aos envolvidos.
A oficina foi conduzida pela Agente Comunitária de Saúde (ACS) Eneida Aires, em conjunto com as profissionais do Centro de Convivência da Praia Vermelha, Barbara Vilela e Daniela de Souza.
O encontro teve como objetivo aprofundar a compreensão dos casos, por meio da apresentação e descrição detalhada dos históricos sociofamiliares. Além disso, foram abordadas as visitas domiciliares realizadas após o óbito, destacando sua importância para o acolhimento das famílias e para a investigação das circunstâncias relacionadas ao evento.
A atividade proporcionou um espaço de reflexão, troca de saberes e qualificação do cuidado, reforçando o compromisso dos profissionais com a redução da mortalidade infantil e a promoção de uma assistência mais integral e resolutiva.
O encontro contou com a presença dos professores Júlio Verztman e 
A atividade foi conduzida pelas Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) Luiza Aires, Eneida Aires e Andreia Diniz, com a participação da Auxiliar de Saúde Bucal Jaciara Moraes, que orientaram os participantes sobre os benefícios e a aplicação da técnica no cuidado à saúde.
Durante a atividade, as profissionais identificaram pontos específicos da orelha relacionados às queixas apresentadas pelos participantes e realizaram a estimulação desses pontos. As sementes ou esferas foram fixadas com pequenos adesivos, permitindo que o próprio usuário estimule o local ao longo dos dias, potencializando os efeitos do tratamento.