Nesta quinta-feira, 27 de novembro de 2025, a psicóloga Susi Hirai coordenou mais uma edição da Psicoterapia de Grupo “Calma Mente”, atividade dedicada ao fortalecimento da saúde emocional na Policlínica Rocha Maia. O encontro ocorreu no auditório Professor Hésio Cordeiro, da OTICS Rio Botafogo, reunindo participantes em um ambiente de acolhimento, diálogo e escuta qualificada.

A sessão teve como propósito oferecer atendimento especializado em nível secundário a pacientes em sofrimento psíquico, promovendo um espaço seguro para reflexão e compartilhamento. Entre os tópicos trabalhados, destacaram-se o favorecimento de processos mentais mais saudáveis, o desenvolvimento da autoconsciência, o manejo de ações inadequadas e a identificação de pensamentos disfuncionais, contribuindo para a construção de estratégias emocionais mais adaptativas e fortalecedoras.

A iniciativa reafirma o compromisso com o cuidado integral em saúde mental, possibilitando aos participantes avanços significativos em sua trajetória de autocuidado e bem-estar.














Durante o encontro, os participantes compartilharam suas percepções sobre o tratamento, relatando as mudanças observadas ao longo das sessões. Entre os relatos, foram mencionadas melhorias em sintomas como ansiedade, dores musculares, insônia e tensão do dia a dia. O momento de troca também permitiu que os profissionais responsáveis esclarecessem dúvidas, reforçassem orientações e explicassem a importância da continuidade do cuidado.
A auriculoterapia, prática integrativa que utiliza pontos específicos na orelha para estimular o equilíbrio do organismo, vem se consolidando como uma ferramenta eficaz no cuidado integral oferecido pela unidade. Além de auxiliar na redução de sintomas físicos, a técnica contribui para o bem-estar emocional, promovendo relaxamento, alívio do estresse e maior qualidade de vida aos usuários.
Durante o encontro, os alunos participaram de entrevistas clínicas com pacientes das Clínicas da Família, exercitando habilidades de comunicação, escuta qualificada e construção de vínculo. A proposta buscou aproximar os estudantes da realidade do cuidado em saúde, estimulando uma prática mais empática, humanizada e centrada no paciente.
A vivência proporcionou importantes reflexões sobre o papel da escuta ativa, do acolhimento e da relação médico-paciente no contexto da APS, reforçando a relevância desse nível de atenção como espaço formador e fundamental na construção do olhar clínico dos futuros profissionais.