Nesta quinta-feira, 16 de abril de 2026, foi realizada, no Auditório Hésio Cordeiro, uma atividade sobre Telessaúde na Atenção Primária à Saúde (APS), conduzida por Diego Maciel, da SAP (Superintendência da Atenção Primária) e com a participação da Farmacêutica da CAP 2.1, Thais Queiroz.
A Telessaúde é um sistema de prestação de serviços de saúde a distância, realizado com o auxílio das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), permitindo ampliar o acesso, a resolutividade e a qualidade do cuidado em saúde.
Durante o encontro, foram abordados temas essenciais para a implementação e qualificação da Telessaúde, incluindo seus princípios e diretrizes norteadoras, a matriz de implantação da teleconsulta, bem como os requisitos necessários para sua efetivação, com destaque para os aspectos técnicos e de ambiência.
Telessaúde na APS
Durante a ação, foram desenvolvidas diversas atividades educativas e práticas voltadas à saúde bucal. Entre elas, destacou-se a entrega de kits odontológicos, essenciais para a manutenção de uma higiene oral adequada no dia a dia.
A integração entre a escola e a Atenção Primária à Saúde constitui o alicerce do Programa Saúde na Escola, fortalecendo-o como uma estratégia de articulação entre os setores de saúde e educação, voltada à promoção da cidadania e ao aprimoramento das políticas públicas no Brasil.
A ação teve como público-alvo as crianças da instituição, com o objetivo de atualizar a caderneta vacinal e reforçar a proteção contra as seguintes doenças: HPV, Tríplice Viral, meningocócica ACWY, febre amarela e influenza.
A atividade foi conduzida pela equipe de saúde composta pela técnica de enfermagem Ana Carolina Estevão, pela enfermeira Anne Marie Ferreira, contando ainda com o apoio da Agente Comunitária de Saúde Vanessa Campos e a participação das alunas do Senac Niterói: Priscilla Rodrigues, Manuela Aguiar e Valéria Rodrigues.
A proposta da oficina foi promover a estimulação cognitiva por meio de atividades estruturadas e acessíveis, utilizando cores e números como principais ferramentas. As dinâmicas foram pensadas para ativar diferentes áreas do cérebro, estimulando especialmente a memória, a atenção sustentada, o raciocínio lógico e as funções executivas.
Durante o encontro, os participantes realizaram exercícios que envolviam associação de cores, sequências numéricas, identificação de padrões e desafios de memória, favorecendo não apenas o desempenho cognitivo, mas também a interação social e o bem-estar.
A “Oficina do Cérebro” se consolida como um importante espaço de promoção da saúde, contribuindo para a prevenção de declínios cognitivos e para a melhoria da qualidade de vida dos usuários, ao estimular o cérebro de maneira contínua e significativa.
Ao longo da reunião, foram apresentadas mudança na escala de trabalho, a definição de novos horários para as reuniões de equipe e a implementação de treinamentos voltados à regularização de cadastros. Também foram discutidos indicadores de desempenho, fundamentais para o monitoramento das ações e a qualificação do cuidado prestado.
Além disso, o espaço possibilitou a troca de informações, o esclarecimento de dúvidas e o alinhamento das próximas ações a serem desenvolvidas na unidade, fortalecendo a integração da equipe e a comunicação interna.
O crochê foi uma das práticas trabalhadas na oficina, sendo uma técnica artesanal que utiliza uma agulha especial com gancho para criar peças a partir de fios. O “ponto de crochê” é a base dessa técnica, formado por laçadas que se entrelaçam, permitindo a confecção de diversos itens, como tapetes, roupas, acessórios e objetos decorativos.
Além de ser uma atividade criativa, o crochê contribui para o relaxamento, melhora da concentração, coordenação motora e fortalecimento do vínculo social, sendo amplamente utilizado em práticas de cuidado e promoção da saúde mental.
Durante o encontro, foram discutidos aspectos minuciosos dos territórios, incluindo suas especificidades, além das mudanças planejadas para melhor organização das áreas de atuação das equipes. A atividade também apresentou o uso do Google Earth como uma ferramenta essencial no apoio à construção dos mapas de territorialização, facilitando a visualização espacial, o georreferenciamento e a análise das informações do território.
A condução foi realizada por Adriana Vasques, responsável pela OTICS Rio – Botafogo e contou com a participação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da Clínica da Família Luiz de Moraes Júnior, além do responsável pelo georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática 2.1 (CAP 2.1), Eduardo Queirolo que contribuiu com orientações técnicas sobre o uso de ferramentas digitais no processo.
Como parte da metodologia ativa de ensino, foi realizada uma dinâmica em grupo voltada à consolidação dos conteúdos trabalhados. Divididos em equipes, os estudantes analisaram casos clínicos simulados, exercitando a identificação de sinais e sintomas, a organização do raciocínio clínico e a definição de hipóteses diagnósticas iniciais. A atividade também incentivou a tomada de decisão compartilhada e a discussão crítica entre os participantes.
A iniciativa reforça a importância de metodologias participativas na formação em saúde, preparando futuros profissionais para atuarem de forma ética, humanizada e comprometida com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).
A vigilância do óbito consiste em um conjunto de ações sistemáticas voltadas à investigação, análise e monitoramento das causas de morte, permitindo a identificação de fatores de risco, fragilidades na assistência e situações potencialmente evitáveis.
Durante o encontro, foram discutidos fluxos de trabalho, estratégias de qualificação das notificações e a importância do registro adequado das informações, destacando o papel das equipes de saúde na produção de dados confiáveis e no acompanhamento dos casos. Também foram apresentados informes gerais e orientações técnicas, reforçando o compromisso com a melhoria contínua da assistência e com a promoção do cuidado integral à população.
A iniciativa contou com a participação das professoras Rayane Cupolillo e Jaqueline Cintra, que conduziram os debates e orientaram as reflexões,
Durante o encontro, os internos compartilharam experiências, percepções e aprendizados adquiridos no cotidiano dos serviços de saúde, favorecendo a troca de conhecimentos e o desenvolvimento do pensamento crítico. A discussão também possibilitou a análise dos desafios enfrentados na prática clínica, colaborando para uma formação mais qualificada, humanizada e comprometida com o cuidado integral aos pacientes.