Fevereiro Laranja é o mês de conscientização sobre a leucemia, destacando a importância do diagnóstico precoce e da doação de medula óssea. A leucemia, um dos tipos de câncer mais comuns no Brasil, afeta as células sanguíneas da medula óssea, comprometendo a produção normal do sangue. Isso pode levar à baixa imunidade, anemia e problemas de coagulação. A doença pode ser crônica ou aguda, exigindo tratamento com quimioterapia, radioterapia e, em muitos casos, transplante de medula óssea.
O Sistema Único de Saúde (SUS) desempenha um papel fundamental no combate à leucemia, oferecendo atendimento integral e gratuito para pacientes em todas as fases da doença. O SUS disponibiliza exames laboratoriais, biópsia de medula óssea, tratamento quimioterápico e radioterápico, além de realizar transplantes de medula óssea em hospitais de referência. Além disso, o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME), mantido pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), facilita a busca por doadores compatíveis, ampliando as chances de tratamento bem-sucedido.A conscientização promovida pelo Fevereiro Laranja reforça a necessidade do diagnóstico precoce, que pode ser realizado nas unidades de Atenção Primária à Saúde (APS), como as Clínicas da Família. Nessas unidades, profissionais de saúde estão preparados para identificar sintomas suspeitos, encaminhando os pacientes para exames mais detalhados e tratamento adequado.
A campanha também destaca a importância da doação de medula óssea, um procedimento simples, mas essencial para salvar vidas. Para se tornar um doador, basta ter entre 18 e 35 anos, estar saudável e se cadastrar no REDOME, disponível em diversos hemocentros do país. A doação pode beneficiar milhares de pacientes que aguardam um transplante para a cura da leucemia e outras doenças hematológicas.
O SUS, por meio de suas unidades de saúde, programas de prevenção e suporte ao tratamento, fortalece o combate à leucemia e promove o acesso universal à saúde, garantindo que mais pessoas tenham a chance de vencer a doença.
Durante a atividade, Filipe abordou a epilepsia como um transtorno neurológico crônico caracterizado por crises recorrentes, causadas por descargas elétricas excessivas e anormais no cérebro. Também discutiu os principais sintomas da doença, como a perda de consciência e alterações comportamentais.
A epilepsia pode atingir qualquer pessoa e suas causas variadas, em muitos casos, a causa da epilepsia permanece desconhecida. Por isso, iniciativas como esta são cruciais para conscientizar população, reduzir estigmas e promover a inclusão.


A atividade, conduzida pela residente de Assistência Social Juliana Camilo, proporcionou um ambiente de escuta e troca, promovendo o bem-estar mental e emocional dos participantes.
Durante a gravação, os profissionais de educação física do programa – Eduardo Prates, Ronaldo Ferreira, Neydson Muniz, Filipe Veloso e Raul Costa – explicaram e demonstraram práticas que podem ser incorporadas no dia a dia da população para reduzir os riscos dessas doenças.
Com essa iniciativa, o Programa Academia Carioca reforça seu compromisso com a promoção da saúde e a prevenção de doenças, garantindo que a informação chegue a cada vez mais pessoas.
Durante a reunião, foram discutidas estratégias para ampliar a cobertura vacinal e aprimorar o atendimento à população. A troca de experiências entre as equipes permitiu alinhar ações e reforçar o compromisso com as melhorias propostas.



O evento contou com a participação dos usuários da Clínica e da residente de assistente social Juliana Camilo. Durante a atividade, foram abordados temas essenciais como a campanha “Janeiro Branco”, de conscientização sobre saúde mental, além de uma reflexão importante sobre o racismo e seus impactos na saúde emocional e psicológica.
Durante o evento, as candidatas puderam apresentar seus conhecimentos ao longo do curso. A atividade contou com a participação da coordenadora de odontologia do hospital, Marta Gomes, e a presidente do centro de estudos, Vanessa Pinto.


