Nesta segunda-feira, 18 de novembro de 2024, o Complexo Rocha Maia foi palco de uma importante visita realizada por Ferdinando Regalia, Gerente do Setor Social do Banco Internacional de Desenvolvimento (BID). Acompanhado por uma equipe de gestores e profissionais de saúde, Ferdinando Regalia teve a oportunidade de conhecer o trabalho e as iniciativas do complexo nas áreas de vacinação, atendimento público, vigilância e prevenção de doenças.

A visita contou com a presença de Gislani Mateus, Superintendente de Vigilância em Saúde; Adriana Desterro, Diretora do Super Centro Carioca de Vacinação; Bruna Magalhães, Gerente da Clínica da Família Luiz de Moraes Junior; Cristina Lemos, Diretora do Hospital Rocha Maia; e Bernardo Coupê, Diretor de Vigilância em Saúde. Esses profissionais acompanharam Ferdinando Regalia nas instalações, apresentando o histórico das unidades e discutindo as principais iniciativas do complexo em vigilância e prevenção de doenças na região.


No Auditório Maria Cecília da OTICS Botafogo, Gislani Mateus, fez uma apresentação destacando o papel do Centro de Inteligência Epidemiológica (CIE) no monitoramento e combate de epidemias e doenças, ressaltando a importância da inteligência epidemiológica para a saúde pública da região.

A dentista Ane Gabriele foi a responsável pela condução do encontro, fornecendo informações e orientações sobre os impactos do tabagismo na saúde bucal e no bem-estar geral.
Ela contou com o apoio do ACS Leandro Silva, que esteve presente para garantir o suporte necessário à organização e ao acolhimento das usuárias. Juntos, eles contribuíram para a criação de um espaço de apoio e troca de experiências, fundamental para aqueles que estão em busca de abandonar o vício do tabaco.


Entre os principais pontos abordados, destacou-se a avaliação dos profissionais, com foco nos aspectos de desempenho e no impacto direto no atendimento à população. Outro tema relevante foi a referenciação via prontuário eletrônico, melhorando a continuidade do cuidado e garantindo que as informações dos pacientes sejam atualizadas e acessíveis.
A reunião contou com a participação de profissionais de destaque na área da saúde, incluindo André Frederico, Chefe do Laboratório do HMRM, que discutiu os aspectos técnicos e laboratoriais necessários para o estudo. Glaucia Brito, representante da Divisão de Ações e Programas de Saúde da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da AP 2.1, trouxe contribuições sobre as estratégias de saúde pública envolvidas. Além disso, Girleide, da Gerência de Hepatites Virais da Subsecretaria de Promoção da Saúde Atenção Primaria e Vigilância de Saúde (SUBPAV), também participou, destacando a importância do estudo no contexto das políticas de prevenção e controle das hepatites virais da região.
Durante a reunião, foi enfatizada a necessidade de um esforço conjunto para melhorar a detecção precoce e o tratamento adequado das hepatites virais, buscando uma abordagem integrada entre as diferentes áreas de atuação da saúde pública. O encontro reforçou o compromisso dos profissionais envolvidos com a saúde da população e a importância de dados precisos para orientar ações futuras.




Essa iniciativa é fundamental para que pacientes possam acessar seu histórico de imunizações de maneira rápida e prática por meio do aplicativo Meu SUS Digital. Além de beneficiar diretamente os usuários, o SPNI melhora o fluxo de trabalho das equipes de saúde ao reunir e organizar as informações de forma integrada e acessível.
A expectativa é que o mutirão acelere o processo de digitalização e ajude a alcançar um número expressivo de atualizações ao final dos dias de trabalho intenso, permitindo que mais pessoas tenham seus dados disponíveis online em tempo real.

O webinário está disponível para visualização completa onde é possível assistir às palestras e obter mais detalhes sobre as estratégias discutidas. Para acessar:
Durante a visita, Nadja Greffe, coordenadora de imunização, concedeu uma entrevista onde explicou que uma vacina injetável, que contém o vírus inativado, fornece uma resposta imunológica mais eficaz e segura do que a versão oral, reduzindo riscos de efeitos adversos. Nadja Greffe enfatizou que essa mudança faz parte de uma estratégia essencial para manter o Brasil livre da poliomielite e prevenir surtos que, no passado, trouxeram graves sequelas.
Além disso, a coordenadora reforçou a importância dos pais e responsáveis em trazerem suas crianças para receberem a vacina, destacando que a adesão à nova versão injetável é fundamental para proteger tanto o indivíduo quanto a comunidade.