Na quarta-feira, 01 de abril de 2026, foi realizada uma visita técnica da Partnership for Healthy Cities Summit (PHCS) ao Complexo Hospitalar Rocha Maia, com o objetivo de conhecer de perto as práticas e estratégias adotadas na Atenção Primária à Saúde do município do Rio de Janeiro.
A Partnership for Healthy Cities Summit (PHCS) é uma cúpula global exclusiva e de alto nível voltada ao fortalecimento e à inovação em saúde pública nos contextos urbanos. A agenda contou com a participação de 48 visitantes, organizados em quatro grupos de 12 pessoas. A dinâmica permitiu um acompanhamento mais próximo das atividades e favoreceu a troca de experiências entre os profissionais.
As apresentações e a condução dos grupos foram realizadas por Larissa Terrezo (Superintendente de Atenção Primária da SMSRio) e Michael Duncan, que abordaram temas estratégicos da gestão da saúde pública municipal, com foco no enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e das lesões, responsáveis por quase 46 milhões de mortes anuais no mundo. No âmbito da Parceria para Cidades Saudáveis, foi destacado que cada cidade seleciona uma entre 15 intervenções comprovadamente eficazes para prevenir DCNT — como câncer, diabetes, doenças cardiovasculares e pulmonares crônicas — além de lesões.
A atividade contou ainda com a participação das palestrantes e guias Emanuelle Corrêa, Larissa Santoro, Laís Pimenta, Aline Aguiar e Camila Coelho, que apoiaram a mediação dos debates, o suporte técnico aos grupos e a apresentação de experiências e ferramentas utilizadas na gestão municipal.

Visita Técnica da Partnership for Healthy Cities Summit (PHCS)
A oficina foi conduzida pela Agente Comunitária de Saúde (ACS) Eneida Aires e por Andreia, em parceria com as profissionais do Centro de Convivência da Praia Vermelha, Daniela de Souza e Karen Cavagnoli, que orientaram os participantes durante a atividade.
Durante o encontro, foi realizada uma atividade de crochê, com foco no aprimoramento da técnica do ponto baixo, permitindo que os participantes desenvolvessem habilidades manuais, concentração e troca de experiências, fortalecendo também os vínculos comunitários e o bem-estar.
Voltada aos alunos do 4º período de Medicina da UFRJ, a aula abordou a comunicação clínica e a propedêutica no cenário da APS, destacando a importância da escuta qualificada, do acolhimento e da construção do vínculo entre profissional e paciente.
A atividade integrou a formação nacional de trabalhadores da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), reunindo profissionais de diferentes territórios da AP 1.0 e de diversos serviços da rede. O encontro teve como principal objetivo fortalecer a qualificação das práticas desenvolvidas no SUS, promovendo a troca de experiências, o diálogo entre os participantes e a construção coletiva de estratégias de cuidado.
Durante a programação, foram abordados temas centrais para a atuação na saúde mental, com ênfase na redução de danos e nos processos de desinstitucionalização. As discussões reforçaram a importância de práticas de cuidado pautadas na garantia de direitos, no acolhimento, na autonomia dos usuários e na construção de uma rede de atenção cada vez mais humanizada e integrada.
O encontro contou com a presença dos professores Júlio Verztman, Rayane Cupolillo e Luiz Felipe Pinto, que conduziram a atividade e promoveram reflexões relevantes sobre a prática médica, os desafios do cuidado em saúde e o processo de formação profissional durante o internato.
Durante a programação, foram apresentadas exposições de trabalhos temáticos elaborados pelos próprios internos. O aluno Artur Vicente abordou o tema Transtorno de Ansiedade Generalizada e Transtorno do Pânico, destacando aspectos clínicos, diagnósticos e impactos na qualidade de vida dos pacientes.
Na sequência, o aluno Mateus apresentou um trabalho sobre depressão, discutindo sinais, sintomas, fatores de risco e a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento multiprofissional no tratamento da doença.
A campanha tem como objetivo proteger a população contra as complicações causadas pelo vírus da gripe, reforçando a importância da vacinação como uma medida segura, eficaz e essencial de prevenção. A vacina contra a influenza é gratuita e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), com a campanha seguindo até o dia 30 de maio.
De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e é recomendada para crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes. Também inclui trabalhadores da saúde, professores, pessoas com comorbidades, povos indígenas e comunidades quilombolas.
A mobilização contou com a presença de importantes autoridades, entre elas o Ministro da Saúde, 
A atividade foi conduzida pela Auxiliar de Saúde Bucal Jaciara Guaglianone, em parceria com as Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) Luiza Aires, Eneida Aires e Andrea Diniz, contando ainda com a participação da psicóloga Susi Hirai, que colaborou com orientações voltadas ao cuidado emocional e à escuta qualificada dos participantes.
Entre seus principais efeitos na auriculoterapia, destacam-se a redução do estresse e da ansiedade, o alívio de dores crônicas, a melhora da qualidade do sono e o apoio no controle de sintomas emocionais, contribuindo para a promoção da saúde física e mental e reforçando a importância das práticas integrativas no cuidado humanizado aos usuários.
Foram destacadas as estratégias de rastreio e diagnóstico de gonorreia e clamídia, incluindo a importância da coleta adequada de amostras e do tratamento oportuno para evitar complicações e interromper a cadeia de transmissão.
Também foram reforçadas as orientações quanto à notificação compulsória no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), destacando a responsabilidade dos profissionais de saúde no registro correto e oportuno dos casos, essencial para o monitoramento epidemiológico, planejamento de ações e controle das doenças transmissíveis no território.
Durante o encontro, foram apresentados dados atualizados sobre a circulação do vírus da
As palestrantes destacaram ainda os principais grupos prioritários, as estratégias de vigilância epidemiológica, a conservação adequada dos imunobiológicos na cadeia de frio e as técnicas corretas de administração das vacinas, reforçando a necessidade de seguir rigorosamente os protocolos do Programa Nacional de Imunizações.
O encontro tem como objetivo estimular a memória, as funções cognitivas e o bem-estar dos participantes por meio da realização de exercícios simples e acessíveis. A proposta contempla, ainda, o desenvolvimento de atividades voltadas à promoção da socialização e ao fortalecimento da autoestima.
A manutenção da atividade cognitiva ao longo da vida é essencial em todas as faixas etárias, sendo ainda mais relevante a partir dos 60 anos, quando passa a desempenhar papel importante na prevenção e no cuidado de condições que impactam as funções cognitivas.