Nesta quinta-feira, 16 de abril de 2026, foi realizada mais uma edição da “Oficina do Cérebro”, no Auditório Hésio Cordeiro, na OTICS Rio Botafogo. A atividade foi conduzida pela terapeuta ocupacional Karla Mitoso e pela psicóloga Susi Hirai, da Policlínica Rocha Maia.
A proposta da oficina foi promover a estimulação cognitiva por meio de atividades estruturadas e acessíveis, utilizando cores e números como principais ferramentas. As dinâmicas foram pensadas para ativar diferentes áreas do cérebro, estimulando especialmente a memória, a atenção sustentada, o raciocínio lógico e as funções executivas.
Durante o encontro, os participantes realizaram exercícios que envolviam associação de cores, sequências numéricas, identificação de padrões e desafios de memória, favorecendo não apenas o desempenho cognitivo, mas também a interação social e o bem-estar.
A “Oficina do Cérebro” se consolida como um importante espaço de promoção da saúde, contribuindo para a prevenção de declínios cognitivos e para a melhoria da qualidade de vida dos usuários, ao estimular o cérebro de maneira contínua e significativa.
Oficina do Cérebro
Ao longo da reunião, foram apresentadas mudança na escala de trabalho, a definição de novos horários para as reuniões de equipe e a implementação de treinamentos voltados à regularização de cadastros. Também foram discutidos indicadores de desempenho, fundamentais para o monitoramento das ações e a qualificação do cuidado prestado.
Além disso, o espaço possibilitou a troca de informações, o esclarecimento de dúvidas e o alinhamento das próximas ações a serem desenvolvidas na unidade, fortalecendo a integração da equipe e a comunicação interna.
O crochê foi uma das práticas trabalhadas na oficina, sendo uma técnica artesanal que utiliza uma agulha especial com gancho para criar peças a partir de fios. O “ponto de crochê” é a base dessa técnica, formado por laçadas que se entrelaçam, permitindo a confecção de diversos itens, como tapetes, roupas, acessórios e objetos decorativos.
Além de ser uma atividade criativa, o crochê contribui para o relaxamento, melhora da concentração, coordenação motora e fortalecimento do vínculo social, sendo amplamente utilizado em práticas de cuidado e promoção da saúde mental.
Durante o encontro, foram discutidos aspectos minuciosos dos territórios, incluindo suas especificidades, além das mudanças planejadas para melhor organização das áreas de atuação das equipes. A atividade também apresentou o uso do Google Earth como uma ferramenta essencial no apoio à construção dos mapas de territorialização, facilitando a visualização espacial, o georreferenciamento e a análise das informações do território.
A condução foi realizada por Adriana Vasques, responsável pela OTICS Rio – Botafogo e contou com a participação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da Clínica da Família Luiz de Moraes Júnior, além do responsável pelo georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática 2.1 (CAP 2.1), Eduardo Queirolo que contribuiu com orientações técnicas sobre o uso de ferramentas digitais no processo.
Como parte da metodologia ativa de ensino, foi realizada uma dinâmica em grupo voltada à consolidação dos conteúdos trabalhados. Divididos em equipes, os estudantes analisaram casos clínicos simulados, exercitando a identificação de sinais e sintomas, a organização do raciocínio clínico e a definição de hipóteses diagnósticas iniciais. A atividade também incentivou a tomada de decisão compartilhada e a discussão crítica entre os participantes.
A iniciativa reforça a importância de metodologias participativas na formação em saúde, preparando futuros profissionais para atuarem de forma ética, humanizada e comprometida com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).
A vigilância do óbito consiste em um conjunto de ações sistemáticas voltadas à investigação, análise e monitoramento das causas de morte, permitindo a identificação de fatores de risco, fragilidades na assistência e situações potencialmente evitáveis.
Durante o encontro, foram discutidos fluxos de trabalho, estratégias de qualificação das notificações e a importância do registro adequado das informações, destacando o papel das equipes de saúde na produção de dados confiáveis e no acompanhamento dos casos. Também foram apresentados informes gerais e orientações técnicas, reforçando o compromisso com a melhoria contínua da assistência e com a promoção do cuidado integral à população.
A iniciativa contou com a participação da professora Jaqueline Cintra e da Dra. Rayane Cupolillo Ferreira — médica da CF Luiz de Moraes Júnior — que conduziram os debates e orientaram as reflexões,
Durante o encontro, os internos compartilharam experiências, percepções e aprendizados adquiridos no cotidiano dos serviços de saúde, favorecendo a troca de conhecimentos e o desenvolvimento do pensamento crítico. A discussão também possibilitou a análise dos desafios enfrentados na prática clínica, colaborando para uma formação mais qualificada, humanizada e comprometida com o cuidado integral aos pacientes.
A atividade foi conduzida pelas Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) Luiza Aires, Eneida Aires e Andrea Diniz, e teve início com um momento de meditação e aromaterapia, proporcionando acolhimento e relaxamento aos participantes antes da aplicação da técnica.
A auriculoterapia, prática integrativa que utiliza pontos específicos da orelha para estimular o organismo, pode contribuir para a redução do estresse e da ansiedade, alívio de dores, melhora da qualidade do sono, equilíbrio emocional e auxílio no tratamento de diversas condições de saúde, promovendo o bem-estar físico e mental dos participantes.
A oficina foi conduzida pela Agente Comunitária de Saúde Eneilda, com a participação da Educadora Social Flávia Alves, do CRAS Padre Veloso (Centro de Referência de Assistência Social), proporcionando aos participantes um momento de acolhimento, troca de experiências e estímulo à criatividade.
Durante o encontro, foi desenvolvida a atividade de tricô, uma prática artesanal que consiste na produção de peças a partir do entrelaçamento de fios com o uso de agulhas. O tricô é amplamente reconhecido por seus benefícios terapêuticos, contribuindo para a redução do estresse e da ansiedade, além de favorecer a concentração, a coordenação motora e o relaxamento mental.
A atividade foi conduzida por Ludmila Macedo, enfermeira da Gerência de Doenças Pulmonares Prevalentes, em parceria com a Linha de Cuidados da Tuberculose da AP 2.1. O encontro teve como objetivo fortalecer a qualificação das equipes para a vigilância, o diagnóstico precoce e o manejo adequado da tuberculose, condição que ainda representa um importante desafio para a saúde pública.
A capacitação permanente dos profissionais é essencial para aprimorar as práticas de cuidado, ampliar a resolutividade da Atenção Primária e garantir uma assistência mais humanizada e integral aos usuários. Iniciativas como esta reafirmam o compromisso das equipes com a educação permanente em saúde e com o fortalecimento da rede de atenção, contribuindo para um cuidado cada vez mais qualificado.