Nesta segunda-feira, 24 de agosto de 2026, foi realizada a 6ª Semana do Internato Médico da UFRJ, no Auditório Professor Hésio Cordeiro, da Estação OTICS-Rio Botafogo. Os assuntos abordados foram “Ansiedade e Depressão”, trazendo questões relevantes para a formação dos futuros profissionais de Medicina.
O internato representa um importante momento da formação médica, em que o estudante passa a vivenciar, na prática, os desafios da profissão, aproximando os conhecimentos adquiridos em sala de aula da realidade dos serviços de saúde. Essa experiência contribui para o desenvolvimento de habilidades essenciais e para a preparação dos estudantes para uma atuação cada vez mais autônoma e qualificada.
A atividade contou com a participação dos professores Evelin Esperandio, Júlio Verztman e Luiz Felipe Pinto, que contribuíram para as discussões e reflexões sobre os assuntos abordados, fortalecendo o aprendizado e o aprimoramento da formação dos estudantes de Medicina.
6ª Semana do Internato de Medicina da UFRJ











Também foi realizada uma roda de conversa sobre o manejo e a prevenção da violência envolvendo pacientes e trabalhadores. O momento proporcionou a troca de experiências e a discussão de estratégias para o enfrentamento dessas situações no cotidiano dos serviços.
Durante a reunião, foram abordados temas relacionados à organização dos atendimentos e ao fluxo de trabalho da unidade, com destaque para o uso do WhatsApp como ferramenta de apoio à redução das demandas livres, o atendimento estendido, o manejo das demandas agudas e os repasses de materiais.
O encontro possibilitou o alinhamento das equipes quanto aos processos de trabalho e às estratégias para o acompanhamento das demandas da unidade. As orientações compartilhadas buscaram fortalecer a integração entre os profissionais, otimizar os fluxos de atendimento e contribuir para a continuidade e a qualidade da assistência oferecida aos usuários.
Antes dos exercícios, a profissional colocou a música “Biquíni de Bolinha Amarelinha”, de Celly Campello, para promover relaxamento e descontração. As atividades foram voltadas à atenção, concentração e resolução de problemas. Entre os exercícios, estavam o encaixe de peças, a análise de um quadro com informações sobre sócios de um clube e a resolução de questões com base nos dados apresentados.
Também foram realizados exercícios de sequência numérica e percepção visual, como completar a sequência de números e identificar rostos iguais. As atividades estimularam diferentes habilidades cognitivas de forma leve, dinâmica e participativa.
Durante a atividade, os participantes também sugeriram temas para as próximas aulas, de acordo com suas dúvidas e interesses, além de indicarem dias e horários mais adequados para os encontros. As aulas buscam ampliar a autonomia no uso de celulares e aplicativos, orientar sobre segurança digital e facilitar o acesso a serviços de saúde, transporte, bancos e serviços públicos.
A iniciativa também contribui para o desenvolvimento de habilidades práticas, como tirar e organizar fotos, enviar documentos e compartilhar informações, além de estimular a inclusão digital e a participação social. Dessa forma, os participantes podem utilizar recursos tecnológicos com mais segurança, independência e confiança.
Durante a reunião, foram abordados casos específicos, acompanhamento de gestantes, procedimentos a serem realizados, marcação de consultas e internações. Também foi reforçada a importância de manter os dados dos pacientes preenchidos corretamente no sistema, com informações completas e atualizadas, contribuindo para a qualidade e a continuidade do cuidado.
Participaram da reunião a enfermeira Thamara Cristina S. de Almeida; o técnico de enfermagem Vagner Pinheiro; e as Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) Andrea da Conceição Diniz Alves, Eneida Aparecida Bernardo Aires, Flávia Rangel de Souza e Kaliane Santos Araujo.
Durante a oficina, foram realizadas atividades de crochê, incluindo técnicas como o ponto baixo. A prática contribui para reduzir o estresse e a ansiedade, proporcionando um momento de concentração e atenção ao presente, além de favorecer o relaxamento e a sensação de bem-estar.
As atividades manuais também favorecem o estímulo cognitivo, auxiliando no desenvolvimento da coordenação motora fina, da memória e da agilidade mental. Além disso, a oficina proporciona um espaço de convivência e troca de experiências, fortalecendo os vínculos sociais, o apoio mútuo e a integração entre os participantes.