Nesta quinta-feira, 09 de abril de 2026, ocorreu mais uma edição da “Oficina do Cérebro “no Auditório Hesio Cordeiro, na OTICS Rio Botafogo. A atividade foi conduzida pela terapeuta ocupacional Karla Mitoso e a psicóloga Susi Hirai, da Policlínica Rocha Maia.
As atividades foram desenvolvidas de forma leve e interativa, contribuindo para o fortalecimento das funções cognitivas, especialmente da memória, da capacidade de manter o foco por períodos prolongados e das habilidades de planejamento e tomada de decisão, além de estimular a socialização, o bem-estar e a autonomia dos participantes.
A ação teve como foco a promoção da saúde cognitiva por meio de práticas voltadas à estimulação da memória, da função executiva e da atenção sustentada.
Oficina do Cérebro
Durante a reunião, foram debatidas mudanças em alguns departamentos, foram apresentadas estratégias de melhoria contínua, bem como o alinhamento de rotinas internas, incluindo alterações nas escalas de trabalho, novos horários para as reuniões de equipe e treinamentos específicos voltados à regularização de cadastros.
A reunião ainda serviu como espaço para esclarecer dúvidas, compartilhar orientações e discutir as próximas mudanças a serem implementadas na unidade, reforçando a importância do trabalho integrado e da comunicação entre os profissionais.
Durante o encontro, foram abordadas as práticas de propedêutica relacionadas à aferição dos sinais vitais, etapa fundamental da avaliação clínica. A propedêutica consiste no conjunto de técnicas utilizadas pelos profissionais de saúde para investigar o estado do paciente, permitindo identificar alterações e subsidiar diagnósticos de forma segura e eficiente.
Os estudantes foram orientados sobre a frequência e a técnica correta de aferição da pressão arterial, compreendendo sua importância como um dos principais indicadores das condições de saúde do paciente. Também foram apresentados os valores de referência e as principais alterações que podem indicar agravos à saúde.
Na parte prática, os alunos aprenderam como proceder corretamente na verificação dos sinais vitais, incluindo o uso adequado de equipamentos, posicionamento do paciente, higienização das mãos, acolhimento e comunicação durante o atendimento.
Os principais sintomas da doença são febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza, olhos avermelhados e mal-estar. Ele alertou ainda que, em alguns casos, o sarampo pode evoluir para complicações graves, especialmente entre crianças e pessoas não vacinadas.
O subsecretário destacou que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenção. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o Rio de Janeiro é uma das capitais brasileiras com maior cobertura vacinal, resultado do trabalho permanente de conscientização e ampliação do acesso às vacinas.
Durante o encontro, o aluno Ricardo Ferreira apresentou um trabalho sobre a estratificação e a avaliação do risco de suicídio, bem como as estratégias de prevenção. A discussão destacou a importância do reconhecimento precoce dos sinais de alerta, da escuta qualificada e da elaboração de intervenções oportunas, humanizadas e fundamentadas no acolhimento, visando à proteção, ao cuidado integral e à promoção da saúde das pessoas.
A reunião teve como objetivo promover o alinhamento dos processos administrativos e assistenciais adotados pela unidade, fortalecendo a integração entre os setores e qualificando o fluxo de trabalho institucional.
Também foram discutidas estratégias de melhoria contínua e o alinhamento de rotinas, visando otimizar os serviços prestados, garantir maior eficiência operacional e assegurar a qualidade do atendimento aos usuários.
A ação teve como foco a estimulação cognitiva dos participantes, promovendo o fortalecimento da memória, da atenção e do raciocínio lógico por meio de atividades lúdicas e interativas.
A “Oficina do Cérebro” reforça a importância de práticas regulares que estimulem as funções cognitivas, contribuindo para a promoção da saúde mental e da qualidade de vida dos participantes.
A Partnership for Healthy Cities Summit (PHCS) é uma cúpula global exclusiva e de alto nível voltada ao fortalecimento e à inovação em saúde pública nos contextos urbanos. A agenda contou com a participação de 48 visitantes, organizados em quatro grupos de 12 pessoas. A dinâmica permitiu um acompanhamento mais próximo das atividades e favoreceu a troca de experiências entre os profissionais.
As apresentações e a condução dos grupos foram realizadas por Larissa Terrezo (Superintendente de Atenção Primária da SMSRio) e Michael Duncan, que abordaram temas estratégicos da gestão da saúde pública municipal, com foco no enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e das lesões, responsáveis por quase 46 milhões de mortes anuais no mundo. No âmbito da Parceria para Cidades Saudáveis, foi destacado que cada cidade seleciona uma entre 15 intervenções comprovadamente eficazes para prevenir DCNT — como câncer, diabetes, doenças cardiovasculares e pulmonares crônicas — além de lesões.
A atividade contou ainda com a participação das palestrantes e guias Emanuelle Corrêa, Larissa Santoro, Laís Pimenta, Aline Aguiar e Camila Coelho, que apoiaram a mediação dos debates, o suporte técnico aos grupos e a apresentação de experiências e ferramentas utilizadas na gestão municipal.
A oficina foi conduzida pela Agente Comunitária de Saúde (ACS) Eneida Aires e por Andreia, em parceria com as profissionais do Centro de Convivência da Praia Vermelha, Daniela de Souza e Karen Cavagnoli, que orientaram os participantes durante a atividade.
Durante o encontro, foi realizada uma atividade de crochê, com foco no aprimoramento da técnica do ponto baixo, permitindo que os participantes desenvolvessem habilidades manuais, concentração e troca de experiências, fortalecendo também os vínculos comunitários e o bem-estar.
Voltada aos alunos do 4º período de Medicina da UFRJ, a aula abordou a comunicação clínica e a propedêutica no cenário da APS, destacando a importância da escuta qualificada, do acolhimento e da construção do vínculo entre profissional e paciente.