Janeiro Branco é uma campanha dedicada à conscientização sobre a saúde mental e a importância de cuidar das emoções, dos pensamentos e das relações ao longo de todo o ano. Assim como o mês de janeiro simboliza novos começos, a cor branca representa a possibilidade de escrever uma nova história, com mais equilíbrio, empatia e autocuidado.

A campanha convida as pessoas a refletirem sobre como lidam com o estresse, as pressões do dia a dia, os sentimentos e a forma como se relacionam consigo mesmas e com os outros. Falar sobre saúde mental é essencial para reduzir preconceitos, incentivar o diálogo e lembrar que pedir ajuda é um ato de coragem, não de fraqueza. Cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo. O Janeiro Branco nos lembra que pequenas atitudes, como ouvir, acolher, respeitar limites e buscar apoio quando necessário, podem fazer uma grande diferença na construção de uma vida mais saudável e consciente.
A atividade tem como público-alvo pessoas interessadas em deixar o cigarro e investir em uma vida mais saudável, oferecendo suporte, orientação técnica e esclarecimentos importantes sobre os prejuízos do tabagismo, além de ferramentas práticas para lidar com a dependência.
Ao longo do encontro, foi debatida a utilização do adesivo de nicotina, recurso que auxilia na redução da fissura e favorece o processo de limpeza do organismo. O grupo se reúne de forma semanal, o que possibilita o acompanhamento contínuo dos participantes e reforça o engajamento coletivo na cessação do tabagismo.
O encontro teve como objetivo disponibilizar acompanhamento especializado em nível secundário a pacientes em sofrimento psíquico, assegurando um espaço seguro para reflexão e troca de vivências. Entre os temas abordados, destacaram-se o incentivo a processos mentais mais saudáveis, o fortalecimento da autoconsciência, o manejo de comportamentos inadequados e a identificação de pensamentos disfuncionais — elementos essenciais para a construção de estratégias emocionais mais adaptativas.
A iniciativa reafirma o compromisso da unidade com o cuidado integral em saúde mental, contribuindo para avanços significativos na trajetória de autocuidado e bem-estar dos participantes.
O encontro teve como objetivo alinhar o conhecimento das estudantes, oriundas de diferentes áreas, acerca do funcionamento da Atenção Primária à Saúde (APS). Durante a exposição, o debate percorreu a trajetória histórica da saúde pública, com destaque para a Declaração de Alma-Ata como marco fundamental na organização dos sistemas de saúde em âmbito global. Na sequência, foram discutidos os Atributos de Starfield, aprofundando a compreensão sobre os elementos essenciais e derivados que garantem a efetividade do cuidado. Por fim, abordou-se a prática interprofissional, ressaltando a importância da integração entre saberes para o fortalecimento do cuidado integral no serviço público.
A atividade contribuiu para a consolidação da base teórica necessária, auxiliando as acadêmicas no início ou no aprimoramento de suas práticas nas unidades de saúde do município do Rio de Janeiro.


A condução ficou a cargo da psicóloga Susi Hirai. O grupo contou com pacientes em diferentes níveis de preservação cognitiva — desde aqueles que já apresentam sinais de declínio até participantes com funções cognitivas mais preservadas e hígidas.
As atividades foram elaboradas de forma cuidadosa para atender às variadas necessidades do grupo, abrangendo exercícios de reabilitação cognitiva e propostas de estimulação preventiva. As práticas envolveram memória, atenção, linguagem, organização do pensamento e outras funções fundamentais para o bem-estar e a autonomia dos usuários.
A ação reafirma o compromisso da equipe com a promoção da saúde, a prevenção de agravos e a melhoria da qualidade de vida, por meio de práticas integradas e centradas no cuidado integral da pessoa.







