Nesta quarta-feira, 15 de abril de 2026, no auditório Professor Hésio Cordeiro, da OTICS Rio – Botafogo, foi realizada uma importante atividade voltada ao processo de territorialização na Atenção Básica, destacando seu papel estratégico na organização dos serviços de saúde.
Durante o encontro, foram discutidos aspectos minuciosos dos territórios, incluindo suas especificidades, além das mudanças planejadas para melhor organização das áreas de atuação das equipes. A atividade também apresentou o uso do Google Earth como uma ferramenta essencial no apoio à construção dos mapas de territorialização, facilitando a visualização espacial, o georreferenciamento e a análise das informações do território.
A condução foi realizada por Adriana Vasques, responsável pela OTICS Rio – Botafogo e contou com a participação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da Clínica da Família Luiz de Moraes Júnior, além do responsável pelo georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática 2.1 (CAP 2.1), Eduardo Queirolo que contribuiu com orientações técnicas sobre o uso de ferramentas digitais no processo.
Oficina de Territorialização da CF Luiz de Moraes Junior
Como parte da metodologia ativa de ensino, foi realizada uma dinâmica em grupo voltada à consolidação dos conteúdos trabalhados. Divididos em equipes, os estudantes analisaram casos clínicos simulados, exercitando a identificação de sinais e sintomas, a organização do raciocínio clínico e a definição de hipóteses diagnósticas iniciais. A atividade também incentivou a tomada de decisão compartilhada e a discussão crítica entre os participantes.
A iniciativa reforça a importância de metodologias participativas na formação em saúde, preparando futuros profissionais para atuarem de forma ética, humanizada e comprometida com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).
A vigilância do óbito consiste em um conjunto de ações sistemáticas voltadas à investigação, análise e monitoramento das causas de morte, permitindo a identificação de fatores de risco, fragilidades na assistência e situações potencialmente evitáveis.
Durante o encontro, foram discutidos fluxos de trabalho, estratégias de qualificação das notificações e a importância do registro adequado das informações, destacando o papel das equipes de saúde na produção de dados confiáveis e no acompanhamento dos casos. Também foram apresentados informes gerais e orientações técnicas, reforçando o compromisso com a melhoria contínua da assistência e com a promoção do cuidado integral à população.
A iniciativa contou com a participação da professora Jaqueline Cintra e da Dra. Rayane Cupolillo Ferreira — médica da CF Luiz de Moraes Júnior — que conduziram os debates e orientaram as reflexões,
Durante o encontro, os internos compartilharam experiências, percepções e aprendizados adquiridos no cotidiano dos serviços de saúde, favorecendo a troca de conhecimentos e o desenvolvimento do pensamento crítico. A discussão também possibilitou a análise dos desafios enfrentados na prática clínica, colaborando para uma formação mais qualificada, humanizada e comprometida com o cuidado integral aos pacientes.
A atividade foi conduzida pelas Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) Luiza Aires, Eneida Aires e Andrea Diniz, e teve início com um momento de meditação e aromaterapia, proporcionando acolhimento e relaxamento aos participantes antes da aplicação da técnica.
A auriculoterapia, prática integrativa que utiliza pontos específicos da orelha para estimular o organismo, pode contribuir para a redução do estresse e da ansiedade, alívio de dores, melhora da qualidade do sono, equilíbrio emocional e auxílio no tratamento de diversas condições de saúde, promovendo o bem-estar físico e mental dos participantes.
A oficina foi conduzida pela Agente Comunitária de Saúde Eneilda, com a participação da Educadora Social Flávia Alves, do CRAS Padre Veloso (Centro de Referência de Assistência Social), proporcionando aos participantes um momento de acolhimento, troca de experiências e estímulo à criatividade.
Durante o encontro, foi desenvolvida a atividade de tricô, uma prática artesanal que consiste na produção de peças a partir do entrelaçamento de fios com o uso de agulhas. O tricô é amplamente reconhecido por seus benefícios terapêuticos, contribuindo para a redução do estresse e da ansiedade, além de favorecer a concentração, a coordenação motora e o relaxamento mental.
A atividade foi conduzida por Ludmila Macedo, enfermeira da Gerência de Doenças Pulmonares Prevalentes, em parceria com a Linha de Cuidados da Tuberculose da AP 2.1. O encontro teve como objetivo fortalecer a qualificação das equipes para a vigilância, o diagnóstico precoce e o manejo adequado da tuberculose, condição que ainda representa um importante desafio para a saúde pública.
A capacitação permanente dos profissionais é essencial para aprimorar as práticas de cuidado, ampliar a resolutividade da Atenção Primária e garantir uma assistência mais humanizada e integral aos usuários. Iniciativas como esta reafirmam o compromisso das equipes com a educação permanente em saúde e com o fortalecimento da rede de atenção, contribuindo para um cuidado cada vez mais qualificado.
As atividades foram desenvolvidas de forma leve e interativa, contribuindo para o fortalecimento das funções cognitivas, especialmente da memória, da capacidade de manter o foco por períodos prolongados e das habilidades de planejamento e tomada de decisão, além de estimular a socialização, o bem-estar e a autonomia dos participantes.
A ação teve como foco a promoção da saúde cognitiva por meio de práticas voltadas à estimulação da memória, da função executiva e da atenção sustentada.
Durante a reunião, foram debatidas mudanças em alguns departamentos, foram apresentadas estratégias de melhoria contínua, bem como o alinhamento de rotinas internas, incluindo alterações nas escalas de trabalho, novos horários para as reuniões de equipe e treinamentos específicos voltados à regularização de cadastros.
A reunião ainda serviu como espaço para esclarecer dúvidas, compartilhar orientações e discutir as próximas mudanças a serem implementadas na unidade, reforçando a importância do trabalho integrado e da comunicação entre os profissionais.
Durante o encontro, foram abordadas as práticas de propedêutica relacionadas à aferição dos sinais vitais, etapa fundamental da avaliação clínica. A propedêutica consiste no conjunto de técnicas utilizadas pelos profissionais de saúde para investigar o estado do paciente, permitindo identificar alterações e subsidiar diagnósticos de forma segura e eficiente.
Os estudantes foram orientados sobre a frequência e a técnica correta de aferição da pressão arterial, compreendendo sua importância como um dos principais indicadores das condições de saúde do paciente. Também foram apresentados os valores de referência e as principais alterações que podem indicar agravos à saúde.
Na parte prática, os alunos aprenderam como proceder corretamente na verificação dos sinais vitais, incluindo o uso adequado de equipamentos, posicionamento do paciente, higienização das mãos, acolhimento e comunicação durante o atendimento.