Na última segunda-feira, 06 de abril de 2026, em entrevista realizada no Complexo Hospitalar Rocha Maia, o Subsecretário de Atenção Primária, Renato Coni, explicou que o sarampo é uma doença infecciosa causada por um vírus altamente contagioso, transmitido de pessoa para pessoa por meio da tosse, espirro, fala ou contato com secreções respiratórias.
Os principais sintomas da doença são febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza, olhos avermelhados e mal-estar. Ele alertou ainda que, em alguns casos, o sarampo pode evoluir para complicações graves, especialmente entre crianças e pessoas não vacinadas.
O subsecretário destacou que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenção. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o Rio de Janeiro é uma das capitais brasileiras com maior cobertura vacinal, resultado do trabalho permanente de conscientização e ampliação do acesso às vacinas.
Entrevista: Subsecretário de Atenção Primária fala sobre o Sarampo
Durante o encontro, o aluno Ricardo Ferreira apresentou um trabalho sobre a estratificação e a avaliação do risco de suicídio, bem como as estratégias de prevenção. A discussão destacou a importância do reconhecimento precoce dos sinais de alerta, da escuta qualificada e da elaboração de intervenções oportunas, humanizadas e fundamentadas no acolhimento, visando à proteção, ao cuidado integral e à promoção da saúde das pessoas.
A reunião teve como objetivo promover o alinhamento dos processos administrativos e assistenciais adotados pela unidade, fortalecendo a integração entre os setores e qualificando o fluxo de trabalho institucional.
Também foram discutidas estratégias de melhoria contínua e o alinhamento de rotinas, visando otimizar os serviços prestados, garantir maior eficiência operacional e assegurar a qualidade do atendimento aos usuários.
A ação teve como foco a estimulação cognitiva dos participantes, promovendo o fortalecimento da memória, da atenção e do raciocínio lógico por meio de atividades lúdicas e interativas.
A “Oficina do Cérebro” reforça a importância de práticas regulares que estimulem as funções cognitivas, contribuindo para a promoção da saúde mental e da qualidade de vida dos participantes.
A Partnership for Healthy Cities Summit (PHCS) é uma cúpula global exclusiva e de alto nível voltada ao fortalecimento e à inovação em saúde pública nos contextos urbanos. A agenda contou com a participação de 48 visitantes, organizados em quatro grupos de 12 pessoas. A dinâmica permitiu um acompanhamento mais próximo das atividades e favoreceu a troca de experiências entre os profissionais.
As apresentações e a condução dos grupos foram realizadas por Larissa Terrezo (Superintendente de Atenção Primária da SMSRio) e Michael Duncan, que abordaram temas estratégicos da gestão da saúde pública municipal, com foco no enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e das lesões, responsáveis por quase 46 milhões de mortes anuais no mundo. No âmbito da Parceria para Cidades Saudáveis, foi destacado que cada cidade seleciona uma entre 15 intervenções comprovadamente eficazes para prevenir DCNT — como câncer, diabetes, doenças cardiovasculares e pulmonares crônicas — além de lesões.
A atividade contou ainda com a participação das palestrantes e guias Emanuelle Corrêa, Larissa Santoro, Laís Pimenta, Aline Aguiar e Camila Coelho, que apoiaram a mediação dos debates, o suporte técnico aos grupos e a apresentação de experiências e ferramentas utilizadas na gestão municipal.
A oficina foi conduzida pela Agente Comunitária de Saúde (ACS) Eneida Aires e por Andreia, em parceria com as profissionais do Centro de Convivência da Praia Vermelha, Daniela de Souza e Karen Cavagnoli, que orientaram os participantes durante a atividade.
Durante o encontro, foi realizada uma atividade de crochê, com foco no aprimoramento da técnica do ponto baixo, permitindo que os participantes desenvolvessem habilidades manuais, concentração e troca de experiências, fortalecendo também os vínculos comunitários e o bem-estar.
Voltada aos alunos do 4º período de Medicina da UFRJ, a aula abordou a comunicação clínica e a propedêutica no cenário da APS, destacando a importância da escuta qualificada, do acolhimento e da construção do vínculo entre profissional e paciente.
A atividade integrou a formação nacional de trabalhadores da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), reunindo profissionais de diferentes territórios da AP 1.0 e de diversos serviços da rede. O encontro teve como principal objetivo fortalecer a qualificação das práticas desenvolvidas no SUS, promovendo a troca de experiências, o diálogo entre os participantes e a construção coletiva de estratégias de cuidado.
Durante a programação, foram abordados temas centrais para a atuação na saúde mental, com ênfase na redução de danos e nos processos de desinstitucionalização. As discussões reforçaram a importância de práticas de cuidado pautadas na garantia de direitos, no acolhimento, na autonomia dos usuários e na construção de uma rede de atenção cada vez mais humanizada e integrada.
O encontro contou com a presença dos professores Júlio Verztman, Rayane Cupolillo e Luiz Felipe Pinto, que conduziram a atividade e promoveram reflexões relevantes sobre a prática médica, os desafios do cuidado em saúde e o processo de formação profissional durante o internato.
Durante a programação, foram apresentadas exposições de trabalhos temáticos elaborados pelos próprios internos. O aluno Artur Vicente abordou o tema Transtorno de Ansiedade Generalizada e Transtorno do Pânico, destacando aspectos clínicos, diagnósticos e impactos na qualidade de vida dos pacientes.
Na sequência, o aluno Mateus apresentou um trabalho sobre depressão, discutindo sinais, sintomas, fatores de risco e a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento multiprofissional no tratamento da doença.
A campanha tem como objetivo proteger a população contra as complicações causadas pelo vírus da gripe, reforçando a importância da vacinação como uma medida segura, eficaz e essencial de prevenção. A vacina contra a influenza é gratuita e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), com a campanha seguindo até o dia 30 de maio.
De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e é recomendada para crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes. Também inclui trabalhadores da saúde, professores, pessoas com comorbidades, povos indígenas e comunidades quilombolas.
A mobilização contou com a presença de importantes autoridades, entre elas o Ministro da Saúde, 